Uma análise técnica sobre o que diferencia a tecnologia Vapor Blast da VB Jateadoras de outros sistemas de jateamento abrasivo úmido disponíveis no Brasil — e por que a exclusividade é reconhecida por patente nacional.
No setor de proteção anticorrosiva industrial, a preparação de superfície é responsável por até 80% do desempenho do revestimento aplicado. Especificações técnicas como NACE SP0772, ISO 8501-1 e a norma N-0009 da Petrobras são rigorosas: exigem grau de limpeza definido, perfil de rugosidade controlado e ausência de contaminantes — e todo esse controle começa no equipamento de jateamento.
Uma obra de pintura industrial que fracassa por desplacamento prematuro do revestimento não falhou na tinta — falhou na superfície. O custo de um retrabalho em estrutura offshore, duto ou tanque supera em muito o custo do equipamento correto. É nesse cenário que a escolha do sistema de jateamento deixa de ser uma decisão operacional e passa a ser uma decisão estratégica.
Normas como a N-0009 Petrobras e a NACE SP0772 não apenas recomendam — elas exigem documentação do processo de jateamento: tipo de abrasivo, pressão de trabalho, perfil de rugosidade obtido e, cada vez mais, rastreabilidade dos parâmetros de operação. Equipamentos sem controle eletrônico simplesmente não conseguem atender a esse nível de exigência.
O mercado brasileiro de jateamento abrasivo úmido é restrito. Diferentemente do jateamento a seco — amplamente difundido e com muitos fabricantes locais — o jateamento abrasivo úmido exige domínio técnico específico para resolver o desafio central da tecnologia: misturar abrasivo e água de forma controlada, sem entupimentos, sem perda de pressão e sem geração de Flash Rust imediato.
O que se encontra disponível no país se divide, essencialmente, em duas categorias:
Em ambas as categorias, o elemento comum é a ausência de inteligência embarcada: os equipamentos fazem jateamento, mas não fornecem dados, não permitem diagnóstico remoto, não geram relatórios para engenharia de obra e não documentam os parâmetros de processo.
A VB Jateadoras desenvolveu ao longo de mais de 14 anos uma plataforma tecnológica que não se limita ao hardware de jateamento — ela integra controle eletroeletrônico, conectividade, suporte técnico especializado e rastreabilidade em um único sistema. Os diferenciais não são atributos de marketing: são respostas a problemas reais identificados em campo.
Controle preciso de pressão, dosagem de abrasivo e fluxo de água. Parâmetros configuráveis por substrato e norma, sem depender de experiência subjetiva do operador.
Único sistema do mercado com monitoramento remoto em tempo real. Dashboard com horas de uso, alertas de manutenção e histórico de operação — acessível pelo gerente de obras a qualquer momento.
Desenvolvido e testado especificamente para as exigências da N-0009 Petrobras, NACE SP0772 e ISO 8501. Rastreabilidade de processo para laudos técnicos de obra.
Projeto modular com diagnóstico eletrônico de falhas. Peças sobressalentes incluídas, visitas preventivas programadas e intervenção preditiva baseada em dados de telemetria.
Estrutura compacta e rodante projetada para trabalho em campo. Operação em ambientes confinados, plataformas, dutos e áreas de acesso restrito sem comprometer a produtividade.
Cada cliente tem um gerente VB que acompanha o uso, orienta a equipe e repassa relatórios para a engenharia de obra. Do start-up ao fim da garantia, a VB está na operação.
A combinação de controle eletrônico, telemetria e suporte técnico especializado cria um modelo operacional inédito no segmento: o cliente não compra apenas um equipamento — ele contrata um sistema completo de gestão do processo de preparação de superfície.
Afirmar exclusividade tecnológica é simples. Comprová-la perante um órgão técnico independente é diferente. O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) concedeu à VB Jateadoras a patente de invenção BR 102015027338-0, que protege o sistema de jateamento do tipo Vapor Blast com controles e acionamentos eletroeletrônicos.
A concessão de uma patente de invenção pelo INPI pressupõe análise de três requisitos cumulativos: novidade (a solução não pode existir no estado da arte), atividade inventiva (não pode ser óbvia para um técnico no assunto) e aplicação industrial. O processo leva anos e envolve buscas de anterioridade no banco de patentes mundial. A aprovação é, portanto, o reconhecimento formal e independente de que a tecnologia VB não tem similar.
Concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial ao sistema de jateamento Vapor Blast com controles eletroeletrônicos da Vapor Blaster Indústria de Jateadoras LTDA. A patente protege a tecnologia de fabricação, uso e comercialização no território brasileiro, tornando inviável a replicação por terceiros do mesmo sistema técnico.
Para processos de contratação pública, a patente — em conjunto com declaração do fabricante — constitui documento idôneo para comprovação de exclusividade nos termos do Art. 74, Inciso I, da Lei nº 14.133/2021 (Nova Lei de Licitações), fundamentando a contratação direta por inexigibilidade de licitação.
Quando um gestor de manutenção, uma construtora ou um órgão público especifica jateamento abrasivo úmido com controle eletrônico, telemetria, conformidade N-0009 e suporte técnico dedicado, a busca no mercado brasileiro leva a um único resultado: a VB Jateadoras.
Não por ausência de concorrentes no jateamento úmido em geral — mas porque nenhum outro sistema disponível no Brasil reúne essas características em um único equipamento. A patente não é um detalhe jurídico: é o reconhecimento técnico de que foi necessário inventar algo novo para resolver um problema que outros não conseguiram resolver da mesma forma.
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